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quarta-feira, 24 de setembro de 2014

Viagem ao Oeste Americano

Foram mais de 4.000 km rodados em 12 dias a partir do dia 09 de setembro de 2014, passando por 4 Estados: Califórnia, Nevada, Arizona e Utah. Uma correria, mas consegui ter uma noção das distâncias do território americano e pude conhecer rapidamente vários parques importantes. Muitos deles precisarão ser melhor explorados no futuro.
Saindo de Los Angeles no Estado da Califórnia, passei pelo parque nacional Joshua Tree. Pernoite em Laughlin no Estado de Nevada, margeada pelo Rio Colorado. Com alguns cassinos, deu uma ideia de como seria Las Vegas.
Parti para o Grand Canyon - apenas a parte Sul (South Rim), com direito a passeio de Helicóptero e hospedagem em hotel dentro do parque,
Uma tarde no Parque Monument Valley em terras dos índios Navajos, no Estado do Arizona. Fiz um  passeio de 2 horas em um caminhão, passando pelas grandes formações em meio a muito pó. Apesar disso, foi uma tarde muito agradável e interessante.
O quarto parque da viagem foi o Bryce Canyon, no Estado de Utah, com uma grande comunidade Mórmon e onde é proibido consumir bebida alcoólica na rua.
Saindo dos parques e chegando a uma grande cidade, passei por Las Vegas.

Saindo de Las Vegas, cruzando o deserto de Mojave,  fiz uma visita rápida e quente no Parque Nacional "Death Valley" (Vale da Morte) que fica em torno de 85,5 metros abaixo do nível do mar. É quase impossível passar mais de 15 minutos sob o sol escaldante.
Uma noite em Bakersfield, retornando ao Estado da Califórnia. 
No dia seguinte parti para o Parque Nacional Yosemite, com muito verde e muitas árvores, apesar da época de seca. Um grande contraste em relação a todos os outros parques visitados.
Segui para São Francisco, com temperatura bem mais agradável.
O retorno a poluída Los Angeles com seu trânsito infindável foi parcialmente costeando o Pacífico, parando em Monterey e Carmel, passando pela 17-mile Drive. 


terça-feira, 16 de novembro de 2010

Jordânia, o Deserto de Wadi Rum e Petra

Conheci apenas o sul da Jordânia passando por Aqaba, o deserto de Wadi Rum, Wadi Musa e Petra. Do pouco que vi, encontrei boas estradas e boa infra-estrutura.
A empresa de turismo forneceu um serviço profissional. Contratei um motorista para fazer o translado e um tour em Wadi Rum através do site Guias de Wadi Rum. Fiz a reserva por e-mail e tudo funcionou perfeitamente bem.
Todos foram atenciosos e não senti nenhuma tentativa por parte dos jordanianos em tentar ganhar um dinheiro extra (que infelizmente é muito comum no Egito).
A Jordânia é um país surpreendentemente belo.

Moeda
O dinar, a moeda local é valorizada. Um dinar equivale a U$ 1,41.

Imigração
Entrar na Jordânia por terra, a partir da fronteira sul com Israel foi simples, sem fila e sem burocracia. Brasileiros que permanecerem no país até um mês podem tirar o visto na hora.
A taxa de imigração só é cobrada na saída.

Transportes
Não existe muita opção de transporte coletivo. Da fronteira sul para a cidade de Aqaba é necessário pegar um taxi.
Há algumas linhas de ônibus que saem de Aqaba para Wadi Rum e Wadi Musa (Petra), mas os horários são bastante limitados. A maneira mais simples, porém cara, é contratar um motorista ou taxista. A diferença é que os motoristas utilizam carros particulares e não possuem restrição para chegar próximos a fronteira, como é o caso de alguns taxistas.
A viagem da fronteira de Aqaba para Wadi Rum custou 25 dinares e a viagem de Wadi Rum para Petra custou 45 dinares.
Segundo o motorista que fez o translado para Wadi Rum, os trens são utilizados apenas para transporte de carga.

Hospedagem
Existem alguns alojamentos beduínos no meio do deserto de Wadi Rum, porém o custo X benefício nem sempre compensa. Há opções a partir de 25 dinares por pessoa, com jantar incluído. Vale pela experiência, porque não são muito confortáveis.
Quem preferir pode ficar em Aqaba ou ir para Wadi Musa (Petra) que possuem uma maior variedade de hospedagens.
O Petra Gate Hostel e Hotel que oferece suite para casal a partir de 10 dinares.

O deserto de Wadi Rum
Ouvir o silêncio do deserto, sentir o vento quente, escalar as pedras e andar pelos cânios e dunas de areia é inesquecível e imperdível.
Os guias oferecem um tour a pé, a cavalo ou camelo e de jipe que duram de 2 horas até o dia inteiro.
Fazer o passeio de jipe permite conhecer uma extensão maior do parque e o calor não fica tão evidente por causa da cobertura no teto que protege do sol e o vento que refresca quando o veículo atinge uma certa velocidade.
Gasta-se em torno de 70 dinares, o jipe, com motorista / guia para um o dia inteiro, incluindo o lanche e água para 2 pessoas.

Petra
Uma das sete maravilhas do mundo moderno, recebe centenas de turistas todos os dias. Muitos fazem um bate e volta saindo de Aman ou mesmo do Egito ou de Israel.
Se tiver mais tempo, programe 2 dias de passeio, principalmente se quiser explorar todo o parque, passando pelas 2 trilhas alternativas. Além disso, o valor da entrada (a partir de novembro de 2010) é de 50 dinares para um dia e por volta de 55 dinares para 2 dias.
É possível andar por todo o parque num único dia, como foi o meu caso, mas para isso suas pernas precisam estar preparadas para andar por aproximadamente 10 horas seguidas!
Trilha 1: Tumba do Soldado Romano, passando pelo altar no topo da montanha, High place of Sacrifice.
Trilha 2: Monastério. No final da trilha principal, existe uma trilha que leva ao topo de outra montanha.

Detalhe: petra fica num vale e a maioria dos hotéis ficam na cidade de Wadi Musa distante uns 2 km, morro acima. Para chegar ao parque muitos acordam bem cedo e vão à pé, mas a volta é bem cansativa. Os taxistas que ficam na saída do parque cobram até 5 dinares, mas o valor correto é de apenas 1 dinar.

domingo, 31 de outubro de 2010

Egito, o país das gorjetas

Conhecer o Egito sempre esteve no topo da minha lista de lugares a serem visitados, mas lia tantos comentários negativos e dificuldades que acabava desistindo.
De fato, grande parte da população que se relaciona com o turista possui um caráter terrível. Eles querem tirar o seu dinheiro de qualquer maneira e acham que a gorjeta faz parte do pagamento pelo serviço prestado.
O taxista vai te enrolar para você pagar mais caro, o guia turístico gastará o maior tempo possível nas lojas de artigos diversos ao invés de te levar aos locais turísticos. Vão te empurrar passeio de camelo, charrete, cavalo ou qualquer coisa do tipo. Outros oferecerão um passeio barato, para ir, mas para voltar você terá que pagar uma fortuna.
Quando alguém abre a carteira eles esticam o pescoço de uma tal forma que conseguem contar todo o dinheiro em menos de 2 segundos.
Você passa o dia todo apreensivo, preocupado e desconfiado de todo e qualquer egípcio que se aproxime. Quase todos os turistas que conheci foram lesados de alguma maneira e saíram do Egito insatisfeitos.
Eu saí exausta de passar cada segundo desconfiando de que alguém iria tentar me enrolar.
O pior é saber que este é um problema dos países em desenvolvimento, inclusive o Brasil e o problema é que só existem perdas com este tipo de comportamento.

Apesar de tudo, navegar no Rio Nilo, ver o nascer e o por do sol e poder ver de perto tantas construções grandiosas é algo indescritível. Além disso, existem pessoas corretas que prestam um serviço profissional.

Imigração
O aeroporto do Cairo é desorganizado e bagunçado. O visto é obtido na hora, mas antes de passar pela imigração é necessário comprar um selo que custa U$ 15,00. Não existe nenhuma informação, mas as casas de câmbio que ficam dentro da área de trânsito internacional vendem o selo.
Ao passar pelo controle de imigração o funcionário só carimbou o passaporte sem abrir a boca.

Transporte do Aeroporto para o Hostel
Li tantos conselhos para não pegar um taxi do aeroporto que combinei antecipadamente um motorista para me levar.

Hospedagem
No Cairo me hospedei no Dina's Hostel que fica localizado no centro. Fica há uns 10 minutos de caminhada de uma estação de metrô, uns 15 a 20 minutos do Museu do Cairo.
O prédio é super antigo, no estilo dos prédios que encontramos aqui no centro de São Paulo, com elevador de madeira e porta de ferro que você mesmo precisa fechar e quando ele começa a subir ou descer você tem que ir torcendo para ele não despencar.
O hostel ocupa o quinto andar do prédio e possui apenas 2 banheiros, que pode ser um problema na alta temporada.
Os quartos são amplos e os beliches são de madeira resistente, mas os colchões estavam cedendo e não possui ar condicionado.
Uma das noites estava tão quente e abafada que o ventilador estava em cima de mim e eu continuei suando e não consegui dormir.
O café da manhã está incluído, mas é bem simples.
Os funcionários que trabalham à noite quase não falam inglês, mas a Dina, a dona do hostel, é bastante profissional. Ela faz a diferença.

Metrô
O metrô possui poucas linhas e, diferente do que eu havia lido antes da viagem, pode ser utilizado por turistas sem nenhum problema, inclusive o nome das estações estão escritas em árabe e em letras romanas, o que facilitou muito.
A passagem é extremamente barata, custa apenas 1 libra egípcia (em torno de R$ 0,35). Existem 2 ou 3 vagões só para mulheres.

Cairo
O centro do Cairo é uma mistura da Av. São João, com seus prédios antigos, e a R. 25 de Março e a José Paulino, repletas de lojas e camelôs. Possui o trânsito mais confuso que já vi em toda a minha vida. São raros os faróis que funcionam e alguns cruzamentos são controlados por guardas, que até são respeitados. Os pedestres atravessam em qualquer lugar e no meio dos carros que buzinam sem parar, fecham os outros carros, mudam de faixa sem dar seta.
Grande parte da população é muçulmana. A maioria das mulheres usam véu e roupa de manga comprida, mas casais andam de mãos dadas, alguns até abraçados.
As Pirâmides
Para conhecer as pirâmides de Guiza (ou Gizé) pegue o metrô até a estação EL Guiza e depois ande por uns 20 minutos (o que pode ser bem cansativo no sol escaldante). Se tiver estômago, pegue um taxi. Mesmo cobrando um valor maior, será barato. Outra opção é contratar um motorista. Algumas agências conseguem entrar com os veículos dentro do parque e estacionam ao lado das grandes pirâmides.
Muitos falam que é perigoso andar sozinho pelas pirâmides, mas não tem problema nenhum. Não contrate um guia. São inúteis e para piorar só atrapalham.
Não é necessário andar de camelo, dá para conhecer tudo a pé. Leve um bom protetor solar, uma sombrinha ou um chapéu e estará suficientemente protegido. Se tiver boa disposição conseguirá chegar até os pontos mais distantes que dão uma visão mais ampla de várias pirâmides de uma só vez.

Alimentação
A alimentação no Egito é barata. Se você está acostumado a comida árabe servidas no Habib's não passará fome (fica bem longe da qualidade de um Almanara).
Para os mais carnívoros, servem sanduíches a base de carne de carneiro, semelhante ao churrasquinho grego servido no centro de São Paulo.
Na aparência, tudo parece muito sujo. Acho que eles nunca ouviram falar de vigilância sanitária. Então, feche os olhos e imagine que tudo seja bem limpo. Felizmente não tive nenhum problema intestinal, então, talvez eu esteja realmente exagerando.

Trem noturno para longas distâncias
Há diversos trens que saem do Cairo ou de Alexandria e vão até Aswan, passando por Luxor. O tempo de viagem do Cairo até Aswan pode variar de 12 a 15 horas.
A opção mais confortável, porém mais cara é o trem da empresa Abela Egypt. A cabine dupla tem 2 camas. Os trens não são de última geração, mas eu achei que valeu a pena, pois passei uma noite inteira viajando e cheguei bem descansada.
O jantar e o café da manhã estão incluídos, mas o jantar da ida e da volta tinham coisas estragadas. E até lá o atendente quer tirar vantagem dos turistas. Vende água batizada, isto é, reaproveitam as garrafas já usadas.

Cruzeiro pelo Rio Nilo
As embarcações
Os barcos são vendidos como navios 5 estrelas, mas acho que perderam 2 estrelas no meio do Rio Nilo. Mesmo assim tem piscina e o quarto é confortável com TV, ar condicionado, banheiro e todas as refeições estão incluídas.
Existem diversas empresas que oferecem o cruzeiro de 2 até 5 noites. Eu fiquei com a sensação de que a rede Sonesta seja uma das melhores opções.
O meu barco era mais antigo. O ar condicionado não funcionou direito e o restaurante tinha um serviço militar. As cadeiras eram grandes demais para as mesas e os funcionários nos obrigavam a sentar sempre no mesmo lugar. Várias mesas estavam vazias e a minha mesa estava lotada. Nós todos comíamos encolhidos como se estivéssemos no setor econômico de um avião. Se você tentasse mudar de lugar, vinha um funcionário de mandando sair e voltar para a sua mesa original. Era uma piada!
Para quem quiser economizar as felucas são bem mais simples, menores e portanto mais baratas.

Não há muito rio para se percorrer entre Aswan e Luxor, por isso, se passar mais de 2 noites no barco, com certeza passsará o restante do tempo atracado em algum cais.
O meu pacote foi de 3 noites, mas eu aconselho a fazer o seguinte: ficar 2 noites no barco, saindo de Aswan. Chegando em Luxor, faça a transferência para um hotel mais ao centro e fique por pelo menos 2 noites. Alguns barcos atracam numa região que fica a uns 4 km do centro. A cidade é bem movimentada e há diversas opções de hospedagem.

O Nilo e as Construções Faraônicas
Foi a melhor parte da viagem no Egito. Em Aswan fui a ilha Elefantini que tem um velho museu. É um passeio rápido e feito no período da manhã para matar o tempo. Logo depois do almoço uma van te leva para conhecer a represa (high dam) que nada mais é do que parar o carro por uns 10 minutos numa ponte e apreciar a vista do alto. Em seguida, visita-se o Templo de Philae (Felaya Temple) no final de tarde.
No dia seguinte de madrugada, por volta das 4 horas, a van passa para pegar os hóspedes nos hotéis e barcos. Os veículos formam um comboio para depois pegar a estrada para o sul do Egito, quase fronteira com o Sudão (antiga Núbia), até os templos de Abu Simbel no Lago Nasser. São 3 horas de viagem. Uma hora e meia de visita é tempo suficiente para conhecer os 2 templos e dependendo do horário o sol é tão quente e o interior dos templos abafados que as pessoas não aguentam muito.
Nota: É um passeio imperdível, mas nem sempre está incluído no pacote. Se não estiver, contrate!
No final da tarde, por volta das 16 horas do 2o. dia o Barco começou a descer o Rio Nilo em direção a Luxor. Por volta das 19 horas o barco atracou ao lado do Templo de Kom-Ombo onde fizemos uma rápida visita ao templo. O barco seguiu na mesma noite até a cidade de Edfu.
A visita ao templo de Edfu foi realizada no dia seguinte pela manhã, indo de charrete até o local. O período da tarde foi navegando pelo Nilo até a cidade de Luxor onde o barco atracou no final da tarde.
O 4o. e último dia do cruzeiro foi o mais corrido. Logo pela manhã depois do check-out no barco nos levaram de van para o Vale dos Reis, Vale das Rainhas, uma paradinha para fotos no Colosso de Memnon e Visita ao Templo da Rainha Hatshepsut.
O almoço foi em um restaurante a beira do Nilo, sem opção de escolha.
A tarde, visita ao espetacular Templo de Karnak e por fim o Templo de Luxor.
Por volta das 20horas o motorista me deixou em um hotel, onde fiquei aguardando no saguão até as 21:30 horas quando me levaram a estação de trem.

Custos
Além dos gastos já previstos com passagem, hospedagem e alimentação (quando não incluída), você paga para entrar nos templos, pirâmides e outras atrações.
Estudantes que portarem a carteirinha internacional, pelo menos, pagam metade do preço.
No Vale dos Reis a entrada dá direito a entrar em 3 tumbas, mas para visitar a tumba de Tutankamon paga-se um valor adicional.
Por fim, não se esqueça das gorjetas. O guia turístico, o motorista, a equipe do barco e até o agente de viagem (um carinha que aparece de vez em quando no barco para te dizer o que vai acontecer) esperam uma grana extra.

quarta-feira, 6 de outubro de 2010

Planejamento - Viagem 2010

Destino: Inglaterra, Egito, Israel e Jordânia.
Período: Outubro de 2010

As informações foram obtidas em várias pesquisas na Internet: blogs, sites oficiais dos países, flickr (agradecimentos especiais a Dudabente2) e dicas de amigos (Cíntia).

Seguro do Cartão de Crédito
Atualmente os cartões de crédito internacionais oferecem bons seguros de viagem e seguro saúde. Porém preste muita atenção para poder utilizar os seus benefícios.
1) É imprescindível que a passagem seja comprada com o cartão.
2) O seguro é válido para o proprietário do cartão (o nome que consta no cartão) e seus familiares diretos. Se a passagem foi paga para outra pessoa, amigo, parente mais distante, também não poderá ser usado por esta pessoa. Quem tem união estável, confirme o que é necessário. Seu companheiro(a) poderá ficar sem cobertura do plano.
3) Ligue antes da viagem informando sobre a viagem e verificando se é necessário realizar alguma solicitação de ativação.
4) Se estiver indo para a Europa, para um dos países que exija o acordo de Shengen, solicite o envio do certificado por e-mail.
5) Tenha paciência no atendimento, pode ser atendido em 5 ou 40 minutos.
6) Às vezes é mais prático e rápido comprar um seguro.

Inglaterra
Não faz parte do acordo de Schengen e eu não encontrei nenhuma exigência sobre o seguro de viagem. Por garantia, contratei um seguro adicional.
Planejamento: 2 noites em Londres, embarcando no final da tarde do 3o. dia para o Egito.
Moeda: Libra. Conversão: 1 Libra = R$ 2,70

Londres é uma cidade cosmopolita, cheia de vida, ótimos transportes e diversas atrações para quase todos os bolsos (para os menos abastados sobram os parques ou atividades gratuitas).
São passeios imperdíveis: Ir a Camden Town no domingo, ao British Museum, passar na praça Leiscester e entrar no Nacional Galery, atravessar o Rio Tâmisa pela ponte de Londres, ver o Big Ben e no Palácio de Buckingham.
Novidade para mim: London Eye. (Tub: Waterloo)

Egito
O visto será obtido no aeroporto de Cairo. Compre um selo, que custa em torno de $15, no "Visa Office" um pouco antes da Cabine de Imigração. Este selo deve ser colado numa página em branco do passaporte. Logo a seguir entre na fila para receber o carimbo.
Planejamento: 2 dias de passeio pelo Cairo, 3 noites com 4 dias de passeio navegando pelo Nilo.
Moeda: Libra egípcia. Conversão: 1 (EGP) = R$ 0,30

Não é muito fácil conseguir informações do Egito. Não existem sites oficiais de turismo. O consulado em São Paulo não atende o público comum. A maioria dos brasileiros viajam com pacotes fechados e os viajantes independentes relatam dificuldades em viajar por conta própria.

Ao reservar o Hostel do Cairo descobri que a proprietária também é agente de viagens e poderá reservar o cruzeiro pelo Nilo quando chegar lá e também um guia para acompanhar até as pirâmides (dizem ser perigoso andar sozinho por causa dos ladrões).

Os cruzeiros normalmente começam em Luxor e vão até Aswan ou vice-versa. Para ir do Cairo para uma destas 2 cidades a opção é ir de avião ou de trem noturno.


Cuidados:
1) Tomar muito cuidado ao escolher um taxi, feluca, etc.. com ida e volta. Se não forem indicados pelo hotel, navio podem querer cobrar uma taxa extra para a volta.
2) Separar o dinheiro para uso, muitos não dão troco correto
3) Passeios com guias sempre exigem as gorjetas que devem ser previstas no orçamento da viagem. Também esperam gorjetas motoristas, garçons, pessoal da limpeza de banheiros públicos, carregadores de malas entre outros.
4) Evitar utilizar ônibus e metrô no Cairo. Os moradores locais não estão acostumados e ficam secando os turistas, que normalmente andam de taxi.
5) Museus: guias extras virão abordar. Cuidado pode sair muito caro. Verificar com o hotel

Outras Informações:
1) Levar uma lanterna pequena para usar dentro dos templos
2) Levar algumas guloseimas no trem para Aswan. O restaurante do trem às vezes não disponibiliza comida suficiente para o trajeto.
3) O melhor site com informações sobre o Egito que encontrei foi o Ask Aladin

Egito para Israel:
Não existem vôos diretos entre os 2 países. É necessário ir até alguma cidade da Europa. A opção é fazer a viagem por terra, cruzando a fronteira entre a cidade de Taba no Egito para Eilat ao sul de Israel. Melhor opção aparentemente é viajar durante a noite, pois a distância entre o Cairo e Taba é de aproximadamente 750km, mas ainda não tenho certeza se as viagens noturnas pela companhia East Delta Bus são viáveis.
Não é possível fazer reserva ou compra da passagem pela internet.

Israel
O visto é obtido na entrada para o país. Vários viajantes reclamaram das fronteiras, em especial com a Jordânia. Pode-se gastar até 5 horas nas fronteiras.
Planejamento: Uma noite em Eilat conhecendo a Mar Vermelho, cruzar a fronteira para o Sul da Jordânia e voltar para Israel para mais 7 noites no país passando por Jerusalém, Tel Aviv, região do Mar Morto (se possível indo a Masada)
Moeda: Shekel. Conversão: 1 Shekel (ILS) = R$ 0,47

Cuidados:
1) Se pretende viajar para países árabes, com exceção da Turquia, Egito e da Jordânia e o passaporte for carimbado em Israel você não conseguirá o visto para entrar nestes países.

Outras Dicas:
Segundo uma colega que tem família em Israel, não espere um atendimento e atenção primorosa nos hostels e hotéis. As pessoas são secas e pensam que estão te fazendo um favor.

De Israel para Jordânia e vice-versa:
Procurei muito por informações das fronteiras com a Jordânia para decidir qual seria a melhor opção para cruzar a fronteira.
Atualmente existem 3 pontos, sendo um ao sul, um segundo próximo de Amman na Jordânia e na Palestina (West Bank) e outro mais ao norte dos 2 países.

Jordânia
O visto para uma única entrada e validade de 30 dias pode ser adquirido nas fronteiras por terra e mar ou no aeroporto, mas para conseguir múltiplas entradas e validade de 90 dias é necessário solicitar o visto na embaixada aqui no Brasil que em São Paulo fica na Av. Paulista.
Planejamento: passar um dia no Deserto de Wadi Rum com tour de jipe. O guia foi pré-agendado
No início da noite ir para Wadi Mousa (Petra)

A moeda da Jordânia é bastante forte. 1 Dinar Jordaniano vale R$ 2,41
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