segunda-feira, 11 de junho de 2007
quarta-feira, 30 de maio de 2007
sexta-feira, 18 de maio de 2007
O que você faz de diferente quando não está na frente do computador?
- Vou para a academia correr na esteira ouvindo música ou para fazer aula de Body Pump, Body Combat, Body Jam ou dança. Se deixar fico por lá umas 3 horas, mas normalmente vou umas 3 vezes por semana e fico por lá só uma horinha.
- Esquento a pança no fogão, de vez em quando, tentando fazer algumas "gororobas" e depois faço o Felipe comer e ainda me elogiar.
- Brinco com as minhas 2 gatinhas, a Xereta e a Sapeca, mas também tenho que cortar as unhas delas vez ou outra, e claro dar ração, água e limpar a caixa de areia todos os dias.
- Toco piano 1 ou 2 vezes por semana, mas sem compromisso. Pensei em voltar a fazer algumas aulas de piano, mas como fico pelo menos 10 horas por dia na frente do computador, acho que já aperto teclas demais.
- Como a maioria, gasto muito tempo vendo TV, se possível, deitada na cama ou no sofá mastigando alguma porcaria. Assisto os seriados da moda como Lost, 24 horas e o Heroes, e os mais antigos como CSI, The King of Queens e Two and a half men.
- Nos finais de semana gosto de praticar algum tipo de esporte radical, como rapel, rafting ou pára-quedimo mas ultimamente ando muito d..e..v..a..g..a..r. Também adoro pegar a estrada e ir fazer caminhada ao ar livre ou sentir a brisa do mar. Como minha mãe tem ficado no Rio de Janeiro por causa do trabalho e descolou um apartamento no Flamengo, quando tem um feriado acaba sendo uma ótima opção. Quando fico em Sampa procuro também fazer uma sessão de comilança com o meu pai. Ele adora ir almoçar num restaurante e comer a sobremsea numa padaria lá na Casa Verde.
- Às vezes visito minha prima no interior e brinco com o Enzo, o filho dela de 3 anos que está uma gracinha, também vou jogar pôquer com os amigos do Felipe e outras vezes com a irmã, cunhado e sobrinhos dele.
- Ando meio preguiçosa com o assunto fotos, mas quando estou inspirada gosto de praticar fotografia, inclusive fiz vários cursos na Techimage, uma ótima escola para quem quer aprender a fotografar. Eu recomendo.
- Gosto muito de dançar, mas as baladas não tem sido muito freqüentes. Também tenho dedicado pouco tempo para os amigos e para a leitura de livros.
- Por fim, como qualquer mulher, gasto muitas horas do mês no cabeleireiro e no Shopping procurando roupas, bolsas e claro, sapatos!
segunda-feira, 5 de março de 2007
Turismo: Quênia e Tanzânia, África
- Parque Nacional do Serengueti: é o mais conhecido santuário de vida animal do mundo. Faz fronteira com o parque Masai Mara no Quênia e é famoso pela migrações anuais de milhares de Gnus e Zebras. Neste parque é possível avistar em um só dia os “Big Five”: elefante, rinoceronte, leão, leopardo e o búfalo.
- Cratera de Ngorongoro: é um vulcão extinto e desmoronado que em 1981 foi transformado em um Santuário Ecológico Intocável. Também chamada de “a Arca de Noé da África Oriental” fica situada a 2.236 metros acima do nível do mar. Possui 19Km de extensão e uma área de 304 km2. Da janela dos quartos dos melhores hotéis da região é possível apreciar a deslumbrante paisagem do interior da cratera, distante uns 700 metros abaixo.
- Monte Kilimanjaro: é a mais alta montanha da África com 5.895m de altura. Infelizmente vem sofrendo um acentuado derretimento da neve do cume, até então considerada eterna. Há estudos que prevêm o desaparecimento completo em 2020. Alguns culpam o aquecimento global da Terra, mas outros estudos indicam como culpada a lenta retomada da atividade vulcânica, que se manifesta por pequenas fumaças.
- Parque Nacional – Amboseli: formado por planícies largas e secas, é conhecido por sua população de elefantes e a melhor vista do Monte Kilimanjaro, principalmente ao entardecer e quando as nuvens não cobrem o seu cume que fica praticamente coberto o dia todo.
- Reserva Masai Mara: situado ao noroeste do Quênia, perto da fronteira da Tanzânia é o mais popular parque de safaris do Quênia. Os vastos campos abertos acolhem ricas e variadas formas de vida selvagem.
Se você está se preparando para passar as férias fazendo safáris prepare seu bolso, pois tanto no Quênia quanto na Tanzânia os guias e funcionários dos hotéis aguardam um caloroso agradecimento pelos seus bons serviços prestados!!
Os Safaris
Os safáris são sempre feitos em jipes ou veículos próprios. Dependendo do parque existem trilhas delimitadas e os veículos não podem se aproximar muito dos animais. É necessário sorte para que os animais cruzem as trilhas ou estejam próximos a elas para conseguir uma boa foto. É o caso da Cratera de Ngorongoro e do Parque Nacional de Amboseli. A Reserva de Masai Mara, ao contrário, dá toda a liberdade aos guias que avançam no meio da savana em busca dos animais.
A Migração dos Animais
Uma das mais conhecidas e documentadas rotas de migração animal ocorre entre o Serengeti e Massai Mara. O ciclo se ajusta às modificações do clima da região em particular e aos fenômenos naturais intermitentes mais freqüentes. A necessidade dos animais de migrar não pode ser compreendida apenas como uma necessidade de novas pastagens. A migração resulta igualmente da busca por água e alimentos, bem como a continuidade de uma saga ancestral.
Os Masai
Formam um grupo étnico africano de seminômades. Podem ser encontradas diversas tribos espalhadas pelo Quênia e norte da Tanzânia.
A cor oficial dos Masai é o vermelho e se distinguem das outras tribos vestindo sempre alguma coisa vermelha. O estilo de vida tradicional Masai se concentra em seu gado, que constitui sua principal fonte de alimento. Por serem nômades não cultivam alimentos e vivem basicamente de leite, sangue de animais e as poucas plantas e raízes encontradas na região.
Os Masai constroem casas temporárias com esterco de vaca ou de elefante e barro. As casas são construídas em um círculo, e às noites, as vacas e cabras são conduzidas ao centro, protegidas dos animais selvagens.
Os jovens Masai são iniciados na maioridade através de várias cerimônias de iniciação. A principal é a circuncisão. Existe um mito de que cada jovem deve matar um leão antes de ser circuncidado. Na realidade estes jovens saem de suas comunidades e ficam vagando em pequenos grupos, vestindo roupas pretas e pintura branca no rosto. Precisam sobreviver sozinhos por 3 a 4 meses antes de retornar para a sua tribo. Com a crescente indústria do turismo é muito comum encontrar estes jovens a beira das estradas pedindo esmolas ou dinheiro em troca de fotos.
A visita a uma tribo, que custa em torno de $20, pode ser agendada nas recepções dos hotéis ou com os guias locais. A visita dá direito a conhecer as danças típicas, as casas em seu interior e um pouco de sua cultura. No final do trajeto uma feira de artesanato é montada especialmente para os visitantes que são praticamente obrigados a levar algumas lembranças como colar, pulseiras e outros artefatos feitos pelas mulheres.
sexta-feira, 2 de março de 2007
Fotografia - Regra dos Terços
Para criar uma boa composição na foto utilize a "Regra dos Terços", que consiste em dividir o visor da câmera em 2 linhas verticais e 2 horizontais, conforme a imagem ao lado.Os pontos de interseção formados são os chamados Pontos de Ouro. Ao invés de posicionar o motivo principal no centro da foto experimente posicioná-lo nos pontos de ouro. A foto ficará mais harmoniosa.
Para fotos de paisagem ao invés de dividir a foto no meio procure também manter a divisão com as 2 linhas horizontais deixando, por exemplo, 2/3 da foto com água e 1/3 da foto com o céu.
terça-feira, 27 de fevereiro de 2007
Aumento do nível do mar afetará 1 em cada 4 brasileiros
Elevação de meio metro no nível do mar ao longo do século XXI, resultante do aquecimento global, afetará cerca de 42 milhões de brasileiros, ou 25% da população que vive em cidades litorâneas. A cidade do Rio de Janeiro é uma das mais vulneráveis e, no Norte e no Nordeste do País, aproximadamente cem metros de praia desaparecerá. Este é o resultado de um dos oito estudos sobre os efeitos das mudanças climáticas no Brasil promovidos pelo Ministério do Meio Ambiente (MMA) e apresentados hoje em Brasília.
Intitulado "Mudanças Climáticas e seus Efeitos sobre a Biodiversidade Brasileira" e realizado por dois institutos de meteorologia reconhecidos no Brasil, o Centro de Previsão de Tempo e Estudos Climáticos (CPTEC) e o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), sob a coordenação do professor José Marengo, o estudo analisa o comportamento da água e da temperatura do ar ao longo do século passado e faz projeções sobre como será o clima brasileiro em 2100.
Foram considerados dois cenários extremos: o "totalmente pessimista", no qual nada será feito para impedir o avanço do aquecimento global, e o "absolutamente otimista", onde tudo será feito para enfrentar as mudanças climáticas.
Conclusões
Segundo o estudo, a temperatura média brasileira aumentou aproximadamente 0,75º C no século XX, atingindo cerca de 25º C. Em 2100, essa média pode subir 4º C, atingindo um acréscimo de 8º C na região Amazônica. Os chamados "eventos extremos", como chuvas de intensidade acima da habitual, furacões, noites mais quentes, redução na quantidade de dias frios e ondas de calor devem acontecer com freqüência muito maior, seguindo um padrão já verificado século XX.
O estudo ainda aponta uma "tendência de extensão da deficiência hídrica (estiagem) por praticamente todo o ano no Nordeste, apontando para maior "aridização" da região semi-árida até final do século XXI". Alerta para que "no pior cenário a Amazônia pode virar Cerrado até final do século XXI devido ao aumento na concentração de gases de efeito estufa", previsão já presente em relatório apresentado pelo Greenpeace no final de janeiro.
Seguindo as avaliações do relatório mundial do Painel Intergovernamental de Mudanças Climáticas (IPCC), lançado em fevereiro em Paris, o estudo brasileiro aponta aumento na incidência de doenças como malária, dengue, febre amarela e encefalite, queda na produtividade agrária, o que pode agravar ainda mais a fome, e agravamento na escassez da água.
Outros estudos
Outros sete projetos foram promovidos pelo MMA. São eles: avaliação dos efeitos do aumento do nível do mar no litoral das regiões Sudeste e Sul; e do aumento no ecossistema costeiro temperado brasileiro (RS); estudo de caso da Ilha dos Marinheiros, estuário da Laguna dos Patos (RS); estudo da diversidade e abundância de peixes; estudo de indicador protéico de mudança climática; indicadores de mudança climática na região do Pantanal; diagnóstico da saúde dos recifes brasileiros.
Os oito estudos foram desenvolvidos entre 2004 e 2006. "As pesquisas são resultado de visão de implantação de políticas estruturantes que procuramos desenvolver desde 2003", disse a ministra Marina Silva durante o evento.
Extraído do site Yahoo, Fonte: Agência Estado